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Vivemos arquibancada

A história começa em 1915, muito antes da minha existência, e durante todos esses anos os altos e baixos se fizeram presentes, porém o América conseguiu ultrapassar cada pedra em seu caminho.

Aqueles títulos que ganhamos e também aqueles que deixamos de ganhar fazem parte do que somos.

Somos América, somos vida, somos história, somos amor.
Me lembro da partida histórica contra o Fluminense pela Copa do Brasil 2014, com gols do Pimpão, Alfredo, Marcelinho e do Homem de Pedra (Max). O meu maior desejo era estar lá, mas eu não pude, então acompanhei de casa e pude sentir a emoção de vencer um time forte.

Ninguém acreditava que fôssemos brilhar, e brilhamos, brilhamos o nosso vermelho e branco em pleno Maracanã. Que felicidade!! E não para por aí, em 2015 fomos campeões do estadual com o gol do Boaventura e seu incrível chute na bandeirinha no estádio do rival.

Campeões centenários. Nos anos seguintes passamos por dificuldades cada vez maiores que nos trouxe à disputar a série D do Brasileirão, e a massa apaixonada, dessa vez, não chorou de alegria, mas sim de tristeza. A nossa trajetória nesses últimos anos nos mostra o quanto somos fiéis ao nosso clube, pois nas vitórias e nas derrotas estivemos sempre juntos.

Brigamos, lutamos, choramos, vibramos, cantamos, gritamos e iremos superar as adversidades com e pelo América. Aliás, já estamos superando. Depois de uma campanha desastrosa, estamos novamente sentindo alegria e vibrando emocionadamente a cada gol. Já são 2 vitórias seguidas em busca da ascensão e a esperança somente se renova. O quão grande somos? Não sei dizer, mas vindo de uma má gestão, uma sequência de derrotas e disputando a série D, encher o estádio de apoio e amor me faz entender a razão por eu ser América. Há quem diga que “é só um jogo”, a esses eu apenas digo: isso é futebol e futebol é vida.

 

Amanda Santos

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